Pular para o conteúdo principal

Séries: Blue Bloods

Até poucos meses eu tinha um paradigma de séries que eu definitivamente gostava de ver e outras que normalmente entravam direto na minha lista de "nunquinha verei".

A primeira série que derrubou essa minha opinião e decisão foi Dexter, que comecei a ver no começo do ano - e da qual estou de férias por um tempo. Séries com assassinos e séries policiais não costumavam me agradar e eu gosto tanto da finada Cold Case que não consigo pensar nela como uma série policial porque o drama - amo! - era muito superior às armas.

E aí apareceu Blue Bloods... Com polícia, bandido, tiroteio, gente eventualmente morrendo... mas que ganhou meu coração.

A série acompanha a família Reagan, o avô Len, policial aposentado, que chegou a comissário de polícia, cargo hoje ocupado por seu filho Frank - Tom Selleck, lembram do Magnum??? Frank é viúvo e pai de três filhos vivos: Danny - Donnie Wahlberg, do New Kids on the Block -, Erin - Bridget Moynahan -, promotora de justiça, mãe de uma filha adolescente, e Jamie - Will Estes -recém formado em Harvard que decide ser policial. Tem ainda um irmão morto deles que acaba ainda fazendo parte da trama quando Jamie é "convidado" a fazer parte de uma investigação da corregedoria da polícia para descobrir algo sobre uma sociedade secreta da polícia da qual seu pai e seu irmão podem fazer parte.

O mais legal de Blue Bloods é que a parte policial é secundária, o principal na série são as relações da família, entre o pai e seus filhos, entre os irmãos, na casa de cada irmão... Acabamos conhecendo essas pessoas e nos interessando mais por elas do que especificamente seus trabalhos.

Eu vejo pelo canal Liv às segundas-feiras às 22h quando estou em casa/lembro e baixo episódios não vistos. No Liv ontem passou o 18º dos 22 episódios da primeira temporada que terminou nos States. Tem reprise nas sextas-feiras à noite, não lembro exatamente o horário.

Fica a dica ;)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

As calcinhas no varal

Hoje lavei minha roupa e, ao estendê-la no varal, fiquei chocada com a "qualidade" de boa parte das calcinhas que ali estavam. As mulheres que têm entre 30 e 35 anos provavelmente cresceram ouvindo suas mães dizerem para cuidar com a roupa de baixo que usa porque se desmaiar na rua todos verão a calcinha velha, o sutiã com alça encardida - nem é o tema do post, mas quero avisá-las que é verdade! Um ex-colega de faculdade, bombeiro, diz que sim, eles reparam, mesmo nos momentos mais complicados de socorro, se as "moçoilas" estão com calcinha feia! - e falarão que a dona da lingerie é uma porquinha! Daí hoje, olhando as calcinhas no varal, eu fiquei pensando que ali estavam aquelas calcinhas que normalmente eu usaria só pra dormir. Mas eu não só durmo! Ou seja, eu saí com boa parte delas!! "Analisando" o varal, lembrei de que eu sempre tentei ser caprichosa com o que vestia por baixo da roupa. Mesmo quando era casada tentava usar lingerie arrumadinha e depoi...

Pour toi, mon amour (Jacques Prévert)

Engraçado como as coisas vêm na nossa cabeça, de repente. Tava aqui pensando e este poema, o primeiro que li na aula de Francês, veio à minha lembrança. Pour toi, mon amour - "Para você, meu amor" - fala de amor mas fala, principalmente, da impossibilidade de prendermos quem realmente amamos. Je suis allé au marché aux oiseaux Et j'ai acheté des oiseaux Pour toi, mon amour Je suis allé au marché aux fleurs Et j'ai acheté des fleurs Pour toi, mon amour Je suis allé au marché à la ferraille Et j'ai acheté des chaînes De lourdes chaînes Pour toi, mon amour Et je suis allé au marché aux esclaves Et je t'ai cherchée Mais je ne t'ai pas trouvée Mon amour ** Fui ao mercado de pássaros E comprei pássaros Para você, meu amor Fui ao mercado de flores E comprei flores Para você, meu amor Fui ao mercado de sucata E comprei correntes Pesadas correntes Para você, meu amor E eu fui ao mercado de escravos E te procurei Mas eu não te encontr...

25 em 2013 - Livro 5: Sua resposta vale um bilhão

Eu sinto tanto só agora escrever sobre Sua resposta vale um bilhão que li em fevereiro! Principalmente porque vou deixar muita coisa bacana do livro de fora. Mas gostei tanto que, mesmo assim, vale a pena. Minha história com o livro é longa. Sou apaixonada pelo filme Quem quer ser um milionário - sobre o qual comentei efusivamente aqui , há 4 anos. Naquela época eu já tinha me interessado pelo livro, primeiro do autor - um diplomata indiano - mesmo correndo o risco de me decepcionar com o filme depois de lê-lo. Namorei o livro longamente até que encontrei na Estante Virtual  - um site que reúne sebos do Brasil inteiro - no comecinho do ano. Paguei R$ 4- sim, quatro reais! - por uma edição praticamente nova. Quanto à história, muita coisa é diferente do filme - e necessário, se pensarmos na impossibilidade de adaptar um livro inteiro pra 2h de película. Escrevendo isso, o que me vem à cabeça é que, na verdade, o filme é inspirado na idéia central, do menino pobre,...